Rubens Jardim

A poesia é uma necessidade concreta de todo ser humano.

Meu Diário
17/05/2018 01h55
PASSEATA POÉTICA MULTIPLICA-SE PELO BRASIL

A Passeata Poética está conquistando adesões em outros Estados brasileiros--e serão simultâneas. Todas serão realizadas no próximo domingo, dia 20, a partir das 15 horas. Em Porto Alegre, ela sairá do Monumento ao Expedicionário (Arco do Triunfo). Em Campo Grande,da Prefeitura Municipal, Rua Afonso Pena, 3297.
E em SÃO PAULO - Av. Paulista esquina com Peixoto Gomide (defronte ao prédio da Justiça Federal). Convido e convoco poetas e amantes de poesia a comparecer e prestigiar essa manifestação em favor da poesia, da paz, do encantamento e do reencantamento da vida.


Publicado por Rubens Jardim em 17/05/2018 às 01h55
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10/05/2018 00h19
ESSE LIVRO TAMBÉM ESTÁ NA BIBLIOTECA DO CONGRESSO E NA BIBLIOTECA DE NOVA IORQUE

MAIS NOTÍCIA BOA -- E tudo numa quarta-feira, dia de meu santo, Xangô. E quem me informa é o poeta, jornalista e crítico Nei Duclós. Eis a notícia que me alegrou demais: o livrinho JORGE,80 ANOS, em homenagem ao poeta Jorge de Lima, também está lá na Biblioteca do Congresso Americano.E logo depois o Nei informa que esse livro também está na Biblioteca Pública de Nova Iorque. E eu nunca soube disso e nem suspeitei. Kaô Cabiesilê!


Publicado por Rubens Jardim em 10/05/2018 às 00h19
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10/05/2018 00h12
FIZ ESSE LIVRO E ELE VAI PARA A BIBLIOTECA DO CONGRESSO DOS EUA

NOTÍCIA BOA TAMBÉM EXISTE -- E quem transmitiu ela pra todos nós foi o editor imbatível, Eduardo Lacerda. Aquele mesmo que considero tão ou mais importante do que o Massao Ohno. Após 7 anos batalhando e abrindo portas para novos poetas e novos escritores, ele confessa que é muito difícil e complicado vender livros para as bibliotecas brasileiras. Em compensação, ocorre o inverso em relação as bibliotecas americanas. Desta vez, a biblioteca do congresso americano fez um pedido de vários livros. Entre eles, Lindolf Bell-50 Anos de Catequese Poética. Abaixo a relação dos livros solicitados:

29 de abril : o verso da violência / Orgs. Domenico A. Cairo, Mar Becker. (doação)

João e Maria : dúplice coroa de sonetos fúnebres / Leonardo Antunes.

Pig brother / Ademir Assunção.

Lindolf Bell : 50 anos de catequese poética e depoimentos.

Eles não moram mais aqui / Ronaldo Cagiano.

Petit-fours na Cracolândia, de Marina Bueno Cardoso

Tróiades : remix para o próximo milênio / Guilherme Gontijo Flores. (não entregue)

A comédia de Alissia Bloom / Manoel Herzog.

Sonetos de amor em branco e preto / Manoel Herzog.

Na escuridão não existe cor-de-rosa / Cinthia Kriemler.

Todos os abismos convidam para um mergulho / Cinthia Kriemler.

Brechó, meia-noite e fantasia / Sacolinha.

Nossa Teresa : vida e morte de uma santa suicida / Micheliny Verunschk.

Falso trajeto / Fábio Weintraub.


Publicado por Rubens Jardim em 10/05/2018 às 00h12
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05/05/2018 19h38
OCUPAÇÕES EXAMINADAS POR QUEM ENTENDE DO ASSUNTO

Em vista do atual estado da arte de difamar e criminalizar movimentos sociais (a bola da vez é o MTST), sugiro leitura deste oportuno texto do Prof. Francisco Comaru, da Universidade Federal do ABC, pesquisador e estudioso do assunto:
Uma estudante da universidade questionou sobre "o aluguel cobrado pelos movimentos". A resposta demandou uma consideração um pouco mais longa e achei que valia a pena colar para ajudar a esclarecer neste debate que esta sendo questionado pelas mídias e autoridades. Segue abaixo:
"Primeiramente dizer que os sem teto que ocupam prédios abandonados pelos proprietários são muito diversos e não é possível generalizar em nada sobre as práticas. Os movimentos de moradia do "Campo da Reforma Urbana" ou seja aqueles que participam de um processo histórico de mais de 30 anos para melhoria da nossas cidades, influenciando a constituição de 1988, a criação do Estatuto da Cidade, o Ministério das Cidades e tantas instituições, leis e políticas importantes (algumas premiadas pela ONU); geralmente tem uma pratica séria e responsável na ocupação de prédios abandonados. Eles reformam os prédios, fazem reparos de elétrica, hidraulica, telhado, esgotos, instalam extintores, realizam limpeza permanente, enfim fazem aquilo que o proprietário deixou de fazer e dão uso digno, útil e responsável para o imóvel que passa a abrigar famílias que estavam nas ruas, em albergues ou morando de outra forma precária e sob risco. Não se faz essas reformas (ainda que mínimas) sem recursos. E não se consegue manter um prédio sendo utilizado por dezenas de famílias sem pagar algumas taxas como luz, agua, ter porteiro, limpeza etc. As taxas servem para isso. Há ocupacoes com bibliotecas, cafés filosoficos, debates, festas, encontros de cultura, atividades com crianças, jovens e mulheres, projetos de geração de trabalho e renda e projetos ambientais. Mas como a crise da moradia é gigantesca, e há milhares de imóveis abandonados pelos proprietários, existem também as ocupacoes realizadas por grupos desorganizados ou mal organizados e grupos que não se enquadram no campo da reforma urbana e direito a cidade. Tem como unico objetivo virar um abrigo provisório e precário (não tem perspectiva de lutar por cidades sustentáveis, não discutem seriamente um projeto de reforma com a prefeitura e demais autoridades, etc). Pelo que soubemos o movimento que ocupou o prédio do Paissandú não se configura como um movimento do campo da reforma urbana, com aqueles valores, princípios, etc. Daí não temos uma resposta clara sobre a destinação do uso que era feito com os recursos arrecadados. A liderança do movimento não veio a publico esclarecer. Cabe às lideranças daquele movimento daquele prédio responder. Espero que tenha conseguido ajudar a esclarecer um pouco mais as questões mais gerais que envolvem a problemática como um todo. Assim como as instituições são diferentes, as empresas, as ONGs, também os movimentos de origem popular são diferentes entre si. Se as praticas realizadas pelo movimento do prédio do Paissandú foram irresponsáveis, isso precisa ser apurado. No entanto é importante ressaltar que as inúmeras propriedades abandonadas pelos proprietários constitui uma violência contra a população pobre e um desperdício para a sociedade e a cidade como um todo. Os movimentos e famílias que residem de forma responsável e com algum nível de segurança nos prédios não podem ser penalizados por causa da tragédia. Não se pode culpar a vitima, como fez o ex-prefeito de forma apressada e inconsequente. É preciso estudar cada caso e buscar saídas considerando todo o aprendizado que a sociedade já vem construindo há décadas. Isso se faz com politicas públicas responsáveis, como por exemplo (podemos sugerir) por meio de um programa de assistência técnica e financiamento para melhoria das condições de segurança nas ocupações, enquanto aguarda-se por projeto de reformas definitivas. Isso seria muito mais sério e consequente do ponto de vista social, econômico e ambiental para os sem teto e para todos por parte do Estado/Prefeitura/Governo Federal que têm a responsabilidade constitucional de garantir o direito humano à moradia adequada previsto nas leis nacionais (Constituicao de 1988) e em diversos tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário."


Publicado por Rubens Jardim em 05/05/2018 às 19h38
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01/05/2018 00h37
CONVOCAÇÃO POÉTICA

Poetas, Leitores, Artistas reservem esta data e Venham! 
Ajudem a espalhar está ação. Convidem!

Convido amigos e amigas a engrossar fileiras nessa primeira passeata poética. Qualquer um pode participar. Basta gostar de poesia-- essa manifestação tão simples e primitiva que nos acompanha desde sempre. A Passeata acontecerá no dia 20 de maio, um domingo, com saída defronte ao prédio da Justiça Federal (esquina da Paulista com Peixoto Gomide). Mas já adianto uma deliberação do grupo envolvido: cada participante deverá fazer seu próprio cartaz, com trechos de poemas próprios ou de autores prediletos. Nenhum desses trechos de poemas poderá ser identificado. Detalhe: os versos devem ser curtos (3 ou 4 linhas) e em letras grandes (que podem ser até manuscritos em papelão ou outros suportes.(Fiz alguns cartazes pra que os amigos vejam.)


Publicado por Rubens Jardim em 01/05/2018 às 00h37
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